Maternidade: o amor que cria, transforma e permanece

Maternidade: o amor que cria, transforma e permanece

Maternar é ser casa, é oferecer conforto para que outra vida possa florescer. É um compromisso que se baseia no afeto e na responsabilidade de guiar alguém pelo mundo.

O amor que nasce com a chegada de um filho se multiplica em diferentes formas de ser mãe. A maternidade é um berço de realidades, cada uma com sua carga de renúncia e de realizações.

Há o amor que nasce no ventre e segue por toda jornada da vida.

Há o amor que nasce da escolha, pela adoção, provando que a família se constrói com alma.

Há o amor da entrega solitária, das mães solo que, sozinhas, são o sustento e o porto seguro.

Há o amor da resiliência, das mães atípicas, que aprendem novas linguagens e lutam diariamente por um mundo mais inclusivo.

Há o amor que transborda, das avós, tias e madrinhas, que assumem o papel materno, mostrando que mãe é quem decide estar lá, dia após dia.

Há o amor que se perpetua na memória, onde o afeto não se apaga e que floresce na saudade.

Cada uma dessas mulheres carrega uma história de entrega que merece ser honrada. Hoje, Dia das Mães, prestamos nossa homenagem a todas as que geraram a vida, que a adotaram no coração, que assumiram o papel de guiar e proteger e que carregam na saudade o amor de uma vida.

Para aquelas que dedicam seus dias ao trabalho, o desafio é duplo, já que o coração que se doa ao próximo no ambiente laboral é o mesmo que precisa nutrir o próprio lar.

Por isso, o mercado de trabalho não pode ser um lugar de renúncia para quem cuida da vida. É preciso entender que a profissional pode e deve ter tempo para a mãe que existe dentro dela. Seguimos em defesa dos direitos trabalhistas de todas as mães da categoria.